Virtudes no Trabalho – Disciplina

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Disciplina é cumprir e fazer cumprir o que foi combinado. É valorizar a observação de regras, normas, diretrizes e procedimentos acordados. É a capacidade de execução metódica e precisa das tarefas e etapas de um trabalho, conforme orientações recebidas e práticas adotadas. O DISCIPLINADO espera dos colegas igual atitude e costuma cobrar que respeitem as normas, procedimentos e orientações.

A Disciplina é como a Polidez, a diferença é que esta se refere às regras da sociedade como um todo, enquanto a Disciplina, foca as regras específicas de uma organização, de um trabalho.

Valorizamos ao colega Disciplinado por entender que sem a observação das regras pactuadas a organização se dissolve e perde eficiência. Só o cumprimento das normas e regras do trabalho maximiza a colaboração e permite a sinergia desejada. Trabalha-se menos, quando se trabalha certo.

Adjetivamos coloquialmente aquele que atua com Disciplina, indistintamente como METÓDICO, CRITERIOSO ou simplesmente de DISCIPLINADO.

 

As Virtudes no Trabalho no Cinema

Capitão Phillips  (2013) traz um perfeito exemplo do que é insistir no cumprimento do que havia sido acordado.

Para conhecer um exemplo quase “vivo” de Disciplina veja o clipe do Programa Delphos para o desenvolvimento de líderes, clicando aqui: Disciplina

Virtudes no Trabalho – Inteligência

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Para resolver da melhor forma um problema, um amplo espectro de pontos de vista terá que ser observado, em cada questão. É assim a analise que faz o Inteligente. Aprendeu, e tem sempre em consideração, um amplo espectro de variáveis, em cada output que dá à organização, seja uma análise realizada, uma ideia expressada, ou uma decisão tomada.

Valorizamos a inteligência das pessoas pelo que ela nos traz de bom, ou pelo menos, para o Bem que pode resultar desta capacidade.

Valorizamos o colega inteligente por acreditar que ele pode ser um aliado e nos ajudar a resolver problemas da organização. É por isso que a inteligência é uma das mais valorizadas virtudes nestes ambientes. A capacidade de propor boas soluções e resolver problemas.

Nas organizações, adjetivamos coloquialmente aquele que atua com Inteligência, indistintamente de DESENROLADO, FERA, CAPAZ ou simplesmente INTELIGENTE.

 

A falta de Inteligência – Avaliadores que considerem que ao analisarmos, e expressarmos uma decisão ou solução, não tenhamos considerado um espectro suficientemente amplo de variáveis intervenientes, desenvolverão de nós uma reputação negativa.

Algumas pessoas podem acreditar que você não considera aspectos genericamente conhecidos. Se elas acreditarem que você esquece alguns aspectos e variáveis por pressa, podem desenvolver de ti uma reputação de precipitado e afobado. Se acreditarem que não foi por esquecimento e que de fato desconhecemos tal variável, podem colocar uma carga mais negativa e julgar-nos despreparados para a função.

Recomendação: Reflita quanto ao conjunto de variáveis considerado normalmente por você e agregue pessoas com competências multidisciplinares para colaborar, garantindo sua efetiva participação. Consensos devem ser gerados quanto ao leque de variáveis a considerar em cada decisão ou empreitada, já que ninguém consegue deter em seu raciocínio todas as variáveis intervenientes em suas exatas medidas nos trabalhos complexos.

As Virtudes no Trabalho no Cinema

Uma Mente Brilhante (2001) traz um perfeito exemplo do que é considerar rapidamente um amplo espectro de variáveis para um problema, ou seja, da Inteligência.

Para conhecer um exemplo quase “vivo” de Inteligência veja o clipe do Programa Delphos para o desenvolvimento de líderes, basta clicar aqui:  Uma Mente Brilhante – Inteligência

As Virtudes no Trabalho – Gratidão

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Gratidão é reconhecer e agradecer as contribuições recebidas. Gratidão é dividir com o outro a alegria que a ação dele te fez sentir. Reconhecer a autoria e elogiar o resultado obtido. Resultado que foi bom para você, gerou um beneficio, te deu prazer e queres dividir este prazer com quem fez algo elogiável.

Agradecer, mesmo que a ação fosse obrigação do outro, pela maestria com que foi realizada.

Por que é bom agradecer: A maior vantagem de quem agradece o trabalho alheio é que quem agradece como consequência recebe ainda maior colaboração e motivação de parte de quem recebe o agradecimento. A gratidão funciona como um motor da sinergia do grupo. Todos colaboram com quem agradece.

O excesso de gratidão é chato e pode ser confundido com puxa-saquismo. A falta de gratidão, ou ingratidão, pode disparar a desmotivação nas pessoas.

 

As Virtudes no Trabalho no Cinema

Em Bagdá Café (1987) temos ótimas performances exemplos de ingratidão, vale a pena conferir.

Ed Wood (1994) traz um perfeito exemplo da gratidão que arranca a motivação e o empenho do outro.

Para conhecer um exemplo quase “vivo” de Gratidão, veja o clipe do Programa Delphos para o desenvolvimento de líderes. Basta clicar aqui: Ed Wood – Gratidão

Se perceber minoria.

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Se cada ser humano comprar dois quilos de carne para sua alimentação mensal, extinguimos a espécie vacuna em um ano! Se acrescentarmos um quilo de suíno, com os porcos também. (elaboração sobre dados FAO  USP).

A sustentabilidade e a democracia demandam frear nosso consumo médio de carne.

Ou vamos torcer para que as religiões o façam?

Almoçando com Arthur.

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A visita de Arthur ao Rio de Janeiro me permitiu convida-lo para almoçar. Um longo almoço que já sinto saudade.

Arthur vem driblando espetacularmente os percalços do tempo e segue com a mesma vitalidade e força de expressão.

Nossa conversa, de profissionais (e eternos aprendizes, claro) do desenvolvimento humano, não poderia deixar de passar por uma rápida atualização quanto à vida que tocou a cada um de nós, nestes últimos dez anos de falta de conversa “olho no olho”, para logo em seguida passarmos às recordações dos bons projetos que juntos empreendemos.

Os amigos servem para isso. Para reciprocamente avivar-nos as recordações que o tempo se encarrega de esvanecer.

Vou registrar aqui para também relembra-lo às dezenas de amigos que o vivenciaram.

No âmbito do programa de desenvolvimento gerencial que implementamos na Bolívia, incluímos o seminário de educação avançada que Arthur, e sua equipe, já tradicionalmente aplicava no Brasil, e que eu havia tido a oportunidade de participar.

O programa foi, então, integralmente vertido e adaptado ao idioma espanhol e teve um impacto extremamente positivo, segundo as avaliações realizadas.

Mas algo emblemático que passou e que demonstra a profundidade do envolvimento e abstração que Arthur conseguiu empreender ao programa, foi em seu encerramento.

Arthur encerra e recebe o mais profundo silencio de uma plateia estática. Ninguém ousou quebra-lo por incríveis dez minutos! Pura reflexão. Profundas elaborações nas cabeças. Arthur, já um pouco constrangido aguardando alguma manifestação, até que um se levanta e agradece pelo programa mais importante de que jamais participara. Em que foi seguindo de minutos e minutos de aplausos de uma plateia de pé. E Arthur a chorar.

Muito bom revisitar estas memórias…

Mas o melhor mesmo é ver Arthur* passar rapidamente das recordações aos novos planos. Analisamos os cenários e possibilidades de novos projetos. Seguir na luta.

É isso aí, mestre! Bola pra frente! Porque gente como você o mundo merece mais.

* Arthur Pereira e Oliveira Filho  > http://www.cesde.org/

Inimigo público número 1 dos brasileiros.

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Graças ao amor filial, que a tudo supera, e à tecnologia, que ainda não tanto, nós também participamos da conversa naquele hotel em Brasília.

Como nenhum participante questionou a veracidade do que escutamos, podemos afirmar que também “estivemos” lá, como um desapercebido mosquito do cerrado.

Milhões de brasileiros escutando e testemunhando a mais bela cena de covil, que Hollywood ainda não ousou.

A frieza do rapport, envolvendo infância e docilidade em doses homeopáticas, mas precisas.

A vulgaridade com que tomam os personagens da republica, para demonstrar incomensurável poder.

O espirito fraterno da máfia que aguarda a cada instante a chance de enfiar a faca nas costas do outro, se lhe convier.

E a arrogância da proposta final, e definitiva, de cagar solenemente para a Justiça,

Ingredientes explosivos, que só exaltam a torcida do time do xerife.

Avante Brasil!

O Murilo é um despreparado?

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Estamos vivendo tempos perigosos e turbulentos.

Todos os meios de comunicação de massa parecem se transformar em fábricas de conceitos.

O virtual se espraia como fogo morro acima. Verdade ou mentira? Não importa. O que sim importa é botar o meme na cabeça do leitor.

Fiquei estarrecido com esta da Veja: com o título – O desabafo de Murilo sobre a Petrobras, o periódico tenta passar a seus leitores uma imagem negativa da empresa. É uma opção que certamente atende seus interesses.

O que estarrece é a forma de fazê-lo.  Subestima enormemente a capacidade intelectual de seus leitores.

No veículo, Geraldo Samor afirma que Murilo Ferreira ao renunciar a presidência do Conselho de Administração da Petrobras, informou “a um interlocutor” seu julgamento sobre os benefícios que a empresa oferece a seus empregados. Um monte de bobagens que me recuso a acreditar que um homem com seu currículo possa proferir.

Só pode ser falso, mas como não vi nenhum desmentido… Os leitores pensarão que Murilo Ferreira é um despreparado. Eu, pelo menos, prefiro ficar com este meme após a leitura.

Se não, vejamos:

A Veja colocou entre aspas: “Seu eu fosse morador de Nilópolis, São Gonçalo ou da Baixada [regiões pobres do Rio de Janeiro], eu ficaria revoltado com os tipos de privilégios que os funcionários conseguiram garantir para si mesmos.”

Essa pérola se aplica à periferia de Detroit em relação aos benefícios adquiridos pelos funcionários da GM, à periferia de Tóquio em relação aos funcionários da Sony, à periferia de Nova Delhi em relação aos da Tata, ou a qualquer periferia pobre, em relação aos empregados da maior empresa de qualquer cidade do mundo. Ou o comunismo já foi implantado eficientemente em algum lugar? Que eu saiba, não. Mesmo em Cuba, a periferia pobre de Havana deve invejar certos benefícios do pessoal da CUPET, sua petroleira. Então como pode o Murilo dizer uma tolice como esta? Mas a coisa não para aí.

A revista continua:  Em seguida, meio constrangido, tirou da carteira um cartãozinho verde. “Sabe o que é isto? É um cartão com o qual eu vou a qualquer farmácia, pago apenas 15 reais e compro o medicamento que quiser. Nenhuma empresa particular no Brasil tem um cartão de convênio médico como esse. Eu nunca usei, senti vergonha.”

Aqui há algo muito estranho… Murilo como presidente do Conselho de Administração não pode ter os benefícios que a empresa oferece a seus empregados. Ele não é empregado. Ou é mentira, ou a prática deveria ser revista imediatamente (os sindicatos e a federação- a FUP, ficaram calados?).

Adicionalmente, como executivo, Murilo deveria saber que benefícios e remuneração, para uma empresa, são partes de um todo, em um conceito mais moderno de compensação pelo trabalho. Oferecer um valor como beneficio pode sair mais barato do que oferecer uma remuneração que permita ao empregado adquirir o mesmo bem. É uma questão de elisão fiscal, em que a empresa leva vantagem. Não posso acreditar que nenhum gerente de RH nunca tenha ensinado isto ao coitado do Murilo. Quem conhece um pouco de política remuneratória sabe que a Petrobras não se caracteriza por uma politica de compensação ousada, só um desorientado falaria esta bobagem.

Adicionalmente a frase é mal intencionada, já que não informa que o empregado paga caro, se quiser ter o tal cartãozinho verde.

A matéria continua:  E prosseguiu: “Na Vale, consegui tirar os carros dos diretores. Na Petrobrás não é possível diminuir qualquer coisa que a corporação não queira.”

É o fim da picada! A única coisa que ele teria para comentar sobre sua gestão na Vale é que impôs a cada diretor o risco de nossos taxis e ônibus? Ou chegar atrasado em seus compromissos externos em dias de chuva? Murilo não tem ideia do que é gestão estratégica de pessoas.  Ainda bem que renunciou!

Espero mesmo que ele não tenha mudado nada na Petrobras!

O ultimo comentário é a infâmia maior que o meme tenta colocar em nossa cabeça, discretamente:

Esse espírito de corpo, segundo Murilo, “não permite imaginar que qualquer coisa vá mudar lá.”

Deixam a frase solta no ar… O que querem dizer com “qualquer coisa”? Estarão tentando uma associação subliminar com os escândalos atuais em que a empresa anda envolvida?  Estarão insinuando que a responsabilidade pelos desmandos, está no “corporativismo”? Como numa reencarnação do senador Roberto Campos dos anos 90?

Alto lá! Que fique bem claro que o que temos aqui não é um conflito entre esquerda e direita. Aqui estamos falando de outro conflito, o da administração profissional versus interesses ocultos. A administração profissional pode atuar para entregar os resultados desejados por todos os stakeholders de qualquer negócio viável, seja ele público ou privado. Mas tem uma enorme dificuldade de lidar com os interesses que não podem ser revelados.

Começo a achar que não foi renúncia, a empresa te resistiu, te blindou e te expurgou, Murilo.

Já não bastava uma Diretoria Executiva de presidiários? Necessitávamos um Conselho de Administração presidido por alguém com estas ideias na cabeça?

Aguardo o desmentido, ou prefiro ficar com o conceito de que foi sua excelente política de Recursos Humanos que construiu nossa poderosa Petrobras, não esta gestão de cachorro morto que agora os espertinhos da Veja querem aproveitar e chutar, com memes interesseiros.

E por favor, nunca confundam o Murillo que ajudou a construir uma grande corporação com o Murilo que a Veja cita, este caiu na Petrobras de paraquedas. E, pelo que anda comentando com “interlocutores”, já foi tarde!

 

Quem quiser conferir a bobagem da Veja, clique aqui.

¿Las leyes de quiénes?

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Desde que empezamos a destacarnos en el reino animal, primó en la humanidad, la ley que caracterizaba a nuestros ancestros, la de los más fuertes. Individualmente o constituyendo bandos o ejércitos, los más fuertes tuvieron la supremacía.

Solamente expresiones sociales fuertes, como las religiones y sus insistentes creencias en la justicia de un dios, serían capaces de crear las condiciones para que cambiásemos el paradigma y aceptásemos la moneda y no la espada, como una credencial de los que todo lo pueden.

Un gran salto se obtuvo con el capitalismo, ya no se requería derramar sangre, aunque para mantener la concentración de comida y riqueza, seguimos necesitando que los más pobres, débiles y minusválidos sigan muriendo temprano o matándose entre sí.

Las religiones no fueron capaces de traernos con sus dioses la justicia social, o al menos, no la que nos gustaría. Basándose en la tesis del “libre albedrío”, existen hasta las que parecen invertir el principio de Robín Hood: toman el dinero de las camadas pobres para concentrarlo, aún más, en la de los ricos. Como consecuencia los genocidios africanos, o los perpetrados por el narcotráfico, parecen seguir teniendo poco significado en los hogares más prósperos.

Para mantener una gran concentración de poder, además de la fuerza, tuvimos que apoyarnos en las ciencias. Hoy somos capaces de alimentar a más de seis mil millones de personas, aún que para hacerlo, necesitamos amenazar ambientalmente al planeta.

Asimismo, germinamos en el vientre de las ciencias nuestro próximo cambio de paradigma: la informática. La proliferación de datos e informaciones y la popularización de los derivados del silicio, en escala mundial, podrán propiciar ahora el inicio de un nuevo ciclo: el poder de los más inteligentes. Claro que los  más ricos tienen ventajas de inicio, así como las tuvieron los más fuertes con la moneda, pero en la actualidad otros factores deberán intervenir.

Los que, proveídos de abundante información, fueren capaces de obtener buenas conclusiones y respuestas para los problemas que se les planteen, deberán dominar el escenario del futuro.

Restará siempre la incógnita: ¿Los más privilegiados invertirán en la reducción de las desigualdades sociales? ¿O perpetuarán los puentes levadizos sobre el foso que hoy separa a ricos de pobres? Para evolucionar en equilibrio, tendríamos que apostar que además de la inteligencia superior, los futuros poderosos fuesen dotados, también, de una buena dosis de humildad, respeto y generosidad.

Una pena que con las dificultades de la vida moderna, en los hogares parece no haber suficiente espacio para profundizar en la comprensión sobre las virtudes humanas. Y delegar esto a las religiones, no parece ser el mejor camino.

En mi país, somos campeones mundiales en asesinatos. Matamos más de 50 mil personas cada año (una tasa cinco veces mas grande que los vecinos de Argentina, según la ONU), pero en la “patria educadora” (como le gusta  a la propaganda política auto-intitularse) las virtudes humanas siguen no haciendo parte formal de ningún currículo mínimo escolar de la enseñanza básica o fundamental.

¿Una amenaza a las nuevas generaciones?

Conozcan el informe de la ONU:  https://www.unodc.org/documents/gsh/pdfs/2014_GLOBAL_HOMICIDE_BOOK_web.pdf

Brasil de Primeiro ou Terceiro Mundo

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É uma piada velha, esta história, mas talvez alguns de meus amigos de fora não a conheçam, a de que Deus ouvia as reclamações dos demais países que havia criado. E para demostrar que sim, que era justo, disse, tentando acalmar as reclamações de excesso de privilégios naturais ao Brasil: – “Esperem para ver o povo, que colocarei lá!”

A piada nem é muito boa, mas cai sobre nossas cabeças, como uma luva .

Como explicar que um país dos mais bem dotados de recursos naturais entre os mais de 160 atualmente existentes, e também um dos mais protegidos de catástrofes que costumam acometer diversos deles, está em oitavo lugar na corrida para ver quem tem pior crescimento e desenvolvimento de sua riqueza?

Perdemos apenas para Servia, Rússia, a ilha de Santa Lucia, Bielorrússia, Líbia, Venezuela e para Ucrânia, a campeã, segundo relatório do governo americano.

A razão deste disparate está no povo.

Não por sermos um povo preguiçoso e incompetente, um Macunaíma, mas sim por sermos, a maioria de nós, competentes e justos.

Talvez encapsulado numa teia de dispositivos legais e judiciais que permitem que a corrupção impere e que a impunidade reine.

Não sabemos ainda como sair deste novelo.

Mas nós, a maioria competente e que se esforça, de uma coisa temos certeza: Se quem deveria fiscalizar, para que parte do resultado de meu trabalho beneficie aos menos favorecidos, escancaradamente tira uma parte deste dinheiro e mete no próprio bolso, paramos de nos empenhar imediatamente. É nossa sede por justiça.

Este é o freio da economia. Todos os que se empenham tiram o pé do acelerador e esperam para ver se haverá punição aos culpados. Se sim, somos capazes de retomar a sonho com o Brasil grande e voltar a trabalhar forte. Se não…

Enquanto o processo de apuração e responsabilização não se conclui, seguimos desacelerando. A demora, no entanto, custa muito caro. Mede-se em centenas de bilhões de dólares o valor do que deixamos de produzir.

Como tudo tem suas consequências, alguém esta “pagando o pato” e, em nosso caso pagaremos todos os brasileiros, mas uma pena maior recairá sobre a geração que agora chega ao mercado de trabalho.

Com esta freada da economia, são pouquíssimas as oportunidades para transformar uma geração de desocupados em jovens profissionais. E assim seguimos nossa sina…

 

Liderança, ou a arte de tentar conduzir.

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Quando nos encontramos com alguém pela primeira vez, um automático jogo pelo controle se inicia.

Medo do desconhecido? Talvez.

Muitos de nós começamos um relacionamento com outra pessoa com um pé atrás. Como quem começa uma partida de xadrez. Estamos falando da relação no trabalho, particularmente. Neste ambiente, é interessante ver a legítima disputa pelo controle, o que significa dizer, pela liderança.

Não sei se em outros contextos valóricos se aplica, mas numa Meritocracia, com certeza. E é sempre uma bonita disputa.

Nada melhor do que tratar de entender, entre os dois, quais argumentos, estratégias e debilidades recíprocas poderão ser levantados caso conflitem suas respectivas propostas. Frente às nossas eternas incertezas, somos cautelosos.

Talvez desejássemos que nosso magnetismo pessoal, por si só, fosse capaz de atrair o outro. Fazê-lo apoiar e seguir nossas propostas. Mas também reconhecemos que a eficácia de tal imã, se existe, é mínima. Argumentar será necessário.

É mais ou menos como na dança de casal. O ideal seria que o outro fosse uma extensão de você e acompanhasse-o, automaticamente. A sociedade até combinou, neste caso apenas, que as propostas do homem devam ser acompanhadas pelas damas. Dançar com uma mulher que tenta conduzir, é complicado.

Na dança não dá tempo de tentar argumentar, mas nas decisões empresariais sim. E é por esta razão que, para o exercício da Liderança, tanto se valoriza a Assertividade, nossa capacidade de bem argumentar e defender ideias e propostas.

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Murillo Brandão

Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas. Atuou por 35 anos na Petrobras exercendo diversas funções executivas nas áreas de Recursos Humanos, onde acumulou experiência em Gestão de Pessoas, Educação Corporativa, Cultura Organizacional e Ética no Trabalho. Liderou a concepção e a implantação da Universidade Petrobras. Coordenou o tema Pessoas em projetos de fusões e aquisições internacionais. Desenvolveu as Políticas Globais de Gestão de Pessoas para atuação Internacional da empresa. É sócio da Quantum|Brasil, criador de metodologias inovadoras para desenvolvimento da Liderança, e palestrante internacional.


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Id Skype: murillocmb